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Percursos Pedestres

Informação Útil

Percursos Pedestres

São mais 4 trilhos que vão reforçar a rede de percursos pedestres do Município de Vieira do Minho.

Atualmente, a rede de percursos de Vieira do Minho tem uma extensão de 80 km, contando com 5 pequenas rotas e 1 grande rota que exploram exclusivamente a Serra da Cabreira.
Conscientes da atratividade que o património natural e cultural apresenta, e da importância do contacto com a natureza para quem procura Vieira do Minho como destino turístico, a Autarquia vai criar 4 novos trilhos pedestres.
A implementação destes percursos vai permitir a revitalização de antigos caminhos e potenciar um conjunto de elementos naturais e culturais capazes de desafiar os amantes da natureza a explorar estes novos itinerários.

 

Descarregue aqui os ficheiros em formato KMZ para acompanhar através do Google Earth

PR 1 - Costa dos Castanheiros ; PR 2 - Campos ; PR 3 - Cabeça da Vaca ; PR 4 - Turio ; PR 6 - Moinhos do Ave ; PR 7 - Da Sra. da Lapa ao Castro de Anissó ; PR 8 - As Pontes das II Invasões Francesas ; PR 10 - Carvalhos do Ermal

 

Para mais informação, por favor, contactar o Posto de Turismo através do email postodeturismo@cm-vminho.pt

PR1 VRM - Costa dos Castanheiros

Trilho em laço que se inicia e termina na Casa de Guarda de Agra, com uma extensão aproximada de 6,25 km, facilmente realizável pelo visitante.Trata-se de um percurso pouco exposto.

 

Acesso ao trilho

Partindo de Vieira do Minho, tomando a EN304, dirija-se para o cruzamento de Pombal, aproximadamente 11 km. Chegando ao cruzamento, vire a esquerda, e pela EM 527 dirija-se para os Anjos – cerca de 5 km. Uma vez na freguesia de Anjos, dirija-se pelo CM 1420 em direcção à estrada florestal. No próximo cruzamento vire a direita, tomando a direcção da nascente do Ave. Mantenha-se na estrada durante aproximadamente 5 km, até encontrar do seu lado esquerdo uma antiga Casa de Guarda, a de Agra.

 

Descrição do trilho

Trilho realizado numa das zonas ecologicamente mais valiosas da Serra da Cabreira – a Costa dos Castanheiros, proporcionando ao visitante um contacto como que demais belo existe na Cabreira.O equilíbrio existente entre espécies folhosas e resinosas, aliado à presença de 2 linhas de água de carácter permanente – Rib. Escuro e Rib. da Lage – torna esta área num dos habitats preferenciais para diversas espécies animais – javali, corço, lobo, esquilo e diversas espécies de passariformes. Este é sem dúvida um percurso vocacionado para os apreciadores e conhecedores da natureza. O desafio representado pela descoberta e identificação de marcações territoriais, pegadas e ninhos, identificação de espécies faunísticas e florísticas, implica é claro um certo conhecimento, mas transforma este percurso num verdadeiro trilho interpretativo, em que o visitante é desafiado a apreender a paisagem muito para além da sua vertente estética. A interpretação destes pequenos sinais proporciona uma primeira abordagem à compreensão da orgânica e funcionalidade deste sistema natural.

 

 

PR2 VRM - Campos

Localizada em pleno coração da Serra da Cabreira e classificada como “Aldeias de Portugal”, a povoação de Campos é o local perfeito para famílias e grupos de amigos que gostam de usufruir da natureza e dos prazeres simples da vivência rural. Esta constitui ainda verdadeiros tesouros minhotos, onde predomina um núcleo concentrado de habitações tradicionais, bons exemplares de arquitectura vernácula (moinhos, pontes, espigueiros, fornos comunitários), tradições locais e amplos espaços verdes.

Percurso em laço que se inicia e termina em Campos, com uma extensão aproximada de 13,8 km e de grau de dificuldade médio.Apresenta ao longo do seu traçado um parque de merenda e uma fonte.Trata-se de um percurso com alguma exposição.

 

Acesso ao trilho

Partindo de Vieira do Minho siga até às Cerdeirinhas. No cruzamento da EN 304 com a EN 103, vire à direita em direcção a Chaves. Mantenha-se na EN 103 durante cerca de 30 km. Encontrará de seu lado direito um cruzamento devidamente sinalizado, indicando a direcção a seguir até Campos. Após ter percorrido cerca de 3 km, chegará a um cruzamento com um pequeno largo. Do seu lado esquerdo poderá encontrar a placa sinalizadora do início do trilho.

 

Descrição do trilho

Percurso misto no que toca ao contexto físico e espacial em que se desenvolve. Na sua parte inicial, o percurso enquadra-se em meio rural, atravessando fartos lameiros. Segue-se posteriormente uma paisagem de transição entre o espaço rural e a serra. De referir a beleza do Rio da Lage com os seus moinhos e a sua ponte. De seguida vem a serra com a sua riqueza, com o seu polimorfismo, com a sua peculiar paleta de cores, com a sua luz… Se tiver sorte, poderá ainda observar alguns animais de que a cabreira é tão rica. Entre as espécies que habitualmente se podem encontrar nesta área, é de referir o coelho (Oryctolagus cuniculus), a perdiz vermelha (Alectoriz rufa), o javali (Sus scrofa), diversos passariformes e eventualmente algumas aves de rapina. De referir ainda que será possível ao visitante passar junto ao topónimo Quebrada, onde ainda hoje estão bem presentes as marcas da exploração do volfrâmio que outrora se praticou.

PR3 VRM - Cabeço da Vaca

Percurso em laço, com início e fim na Serradela, com uma extensão aproximada de 10,5 km, facilmente realizável pelo visitante, apresentando na sua parte final uma subida com desnível apreciável. Ao longo do seu traçado existem 3 fontes – Fonte do Cortiço, Fonte da Pedra Escrita e a Fonte do Parque de merenda da Serradela.Trata-se de um percurso bastante exposto, quer ao sol, quer ao vento.

Acesso ao percurso
Partindo de Vieira do Minho, tome a direcção de Cantelães pela EM 526. Chegando a Cantelães, siga pelo CM 1410 em direcção ao topónimo Serradela. Ao chegar à Serradela, poderá observar ao seu lado esquerdo as Casas de Abrigo e o Parque de merenda, e à direita a placa de início do percurso.

Descrição do percurso
Este é um percurso cujo traçado percorre predominantemente a encosta Norte da Serra da Cabreira. Proporciona ao visitante paisagens espectaculares quer da Cabreira, quer do Gerês. Sob o ponto de vista faunístico é eventualmente possível observar Garranos, coelhos, perdizes vermelhas, diversas aves de rapina, entra as quais a Águia-real, que nidifica nas escarpas da Serra do Gerês.

PR4 VRM - Turio

Trilho em laço que se inicia e termina na Casa de Guarda do Turio, com uma extensão aproximada de 10,5 km, facilmente realizável pelo visitante.Apresenta ao longo do seu traçado quatro fontes – Fonte Seca, Fonte do Palmeiro, Fonte do Confurco e Fonte da Pedra Escrita, e dois parques de merenda – Fonte do Palmeiro e Serradela. Trata-se de um trilho pouco exposto.

 

Acesso ao trilho
Partindo de Vieira do Minho, tome a direcção de Cantelães pela EM 526. Depois de percorrer aproximadamente 4 km, encontrará um cruzamento com um cruzeiro em pedra no centro. Nesse ponto vire à direita. Se reparar, encontrará do lado direito da via, sinalização vertical em madeira. Estes postes, pintados de vermelho constituem a sinalização de um dos percursos para BTT existentes na Cabreira. Para chegar até à Casa de Guarda do Turio, bastar-lhe-á seguir a sinalética presente na via.

 

Descrição do trilho
Trilho realizado em grande parte no coração do Turio, proporciona ao visitante o contacto directo com o que de mais belo a natureza tem. É possível observar espécies florestais diversas, com exemplares frondosos. As linhas de água rasgam estes povoamentos, dando graça e enriquecendo toda esta paisagem. O sossego e a tranquilidade que aqui se sente e vive é um dos fortes motivos para que esta área seja habitualmente frequentada por corços, javalis, esquilos e raposas. Para além de poder atravessar o seio de todo este ecossistema, o visitante poderá ainda apreciar a sua inegável valia estética, observando-o dos miradouros da Serradela e da Pedra Escrita.Poderá ainda tirar partido dos dois parques de merenda para se retemperar e ganhar forças para o resto da caminhada. É ainda possível observar, ao longo do trilho, diversas estruturas de reconhecido interesse patrimonial.

 

GR5 VRM - Fojos

Grande rota em laço que inicia e termina no Parque de Campismo da Cabreira. Com uma extensão aproximada de 35 quilómetros, apresenta um elevado grau de dificuldade. O traçado deste percurso permite ao visitante apreciar as múltiplas facetas da Serra da Cabreira – paisagísticas patrimoniais. Trata-se de um percurso bastante exposto que deverá preferencialmente ser realizado a partir de finais de Maio. Apresenta ao longo do seu percurso um parque de merendas, o da Casa de Guarda de Vilarchão. Existem diversos fontenários na parte inicial e final do trilho.

Acesso ao percurso

Como este trilho inicia no Parque de Campismo da Cabreira, bastará ao visitante seguir a sinalização existente.

 

Descrição do trilho

Percurso multifacetado, alterna os testemunhos do presente com os do passado, a paisagem natural com a paisagem humanizada.A paisagem urbana vai-se progressivamente esbatendo, sucedendo-lhe a bucólica paisagem agrícola, até sermos confrontados com a magnitude da paisagem serrana. A Serra vai-se revelando a cada curva do caminho. A farta vegetação dos vales e encostas soalheiras alterna e quase choca com a rudeza das cumeadas e das ladeiras fustigadas pelos ventos. Encontram-se ainda perdidos na imensidão da Serra testemunhos da dialéctica milenar Homem/Serra.

PR6 VRM - Moinhos do Ave

O Percurso pedestre Moinhos do Ave inicia em Lamedo e termina em Agra, tem uma extensão aproximada de 4 km e é facilmente realizável pelo caminhante.

Acesso ao percurso

Partindo de Vieira do Minho, tomando a EN 304, dirija-se em direção a Rossas – aproximadamente 10 km. Chegando à bifurcação que liga Rossas e Guilhofrei, vire à esquerda em direção ao centro da vila de Rossas. Após 400 metros, junto ao Pelourinho de Rossas, vire à esquerda e siga sempre em frente cerca de 2,5 quilómetros até encontrar umas Alminhas, neste ponto vire à esquerda. De seguida, a cerca de 1,5 km, vire à direita em direção ao lugar de Lamedo. Chegando a Lamedo, é só seguir a sinalização do percurso.

Descrição do Percurso 

O Percurso Moinhos do Ave é um percurso pedestre de pequena rota (PR) que explora exclusivamente uma parte da margem direita do Rio Ave. O caminhante poderá desfrutar de uma paisagem de extrema beleza, refrescar-se nas várias lagoas e cascatas de água límpida, e observar ainda meia centena de moinhos e diversos pontos de interesse etnográfico e patrimonial.

PR7 VRM - Da Sra da Lapa ao Castro de Anissó

Este percurso de pequena rota, sendo circular, inicia e termina junto ao Santuário de Nossa Senhora da Lapa. Tem uma extensão aproximada de 10 km, com uma duração de 4h30. Este está ao alcance de todos, podendo ser feito por todas as idades, em família ou entre amigos, em qualquer época do ano. Trata-se de um percurso bastante exposto. Apresenta ao longo do seu traçado vários pontos de interesse culturais e naturais.

Acesso ao trilho

Partindo do centro de Vieira do Minho, siga pela EN 304 em direção a Mosteiro. Logo à saída da vila, vai encontrar do lado direito uma indicação para Anissó pela CM599, siga nessa direção durante cerca de 8Km. Em Anissó, siga até Soutelo. Uma vez em Soutelo, vire à direita seguindo a indicação Santuário da Sra da Lapa.

Descrição do percurso

São vários e diversificados os pontos assinalados neste caminho que reúne num mesmo trajeto natureza, património e cultura.

Este percurso inicia junto ao Santuário de Nossa Senhora da Lapa, em pleno coração do monte de Penamourinha. Construída em 1694, esta capela destaca-se pela sua originalidade, uma vez que foi edificada no interior de um penedo imponente. De seguida, através de um passadiço, dá-se início a uma subida por entre formações rochosas até a um miradouro, de onde o caminhante poderá desfrutar da uma vista panorâmica. À medida que desce, poderá observar mais afloramentos rochosos. Após uma caminhada de cerca de 3 km, o visitante chegará ao Castro de Anissó, local majestoso que convida a apreciar uma vista privilegiada sobre a Albufeira do Ermal. Trata-se de um povoado fortificado situado a cerca de 732 metros de altitude que terá sido ocupado entre os primeiros séculos a.C. e a Alta Idade Média. Este ocupa uma área aproximada de 4 hectares circunscrita por três linhas de muralhas construídas em alvenaria granítica de aparelho regular.

Em Anissó, poderá percorrer um caminho antigo com um moinho, uma levada e antigas estruturas que tinham como função impedir a passagem do gado de grande porte, os portelos.

PR8 VRM - As Pontes da 2ª Invasão Francesa

Este percurso de pequena rota é linear e inicia no largo em frente à Junta de Freguesia de Ruivães e termina na Ponte da Misarela. Tem uma extensão aproximada de 11 km, com uma duração de cerca de 3h. Trata-se de um percurso que poderá ser realizado em qualquer altura do ano, apesar da sua exposição. Apresenta ao longo do seu traçado vários pontos de interesse cultural, histórico, patrimonial e natural.

Acesso ao trilho

Partindo do centro de Vieira do Minho, siga pela EN 304 em direção à rotunda das Cerdeirinhas, na freguesia de Tabuaças. Na rotunda, saia na primeira saída, entrando na EN 103 em direção a Chaves e siga cerca de 25 km até à freguesia de Ruivães. Em Ruivães, junto à farmácia vire à direita em direção à Junta de Freguesia. É a partir daqui que se encontra sinalizado este percurso.

Descrição do percurso

O trilho das Pontes da 2ª Invasão Francesa tem início no lugar de Vila na freguesia de Ruivães, em frente à Junta de Freguesia. Desenvolve-se essencialmente por caminhos rurais e ancestrais e foi idealizado de forma a abranger, num mesmo percurso, as 3 pontes associadas à 2ª Invasão Francesa ordenada por Napoleão Bonaparte: Ponte de Rês (Ponte Velha), Ponte do Saltadouro (submersa) e Ponte da Misarela.

Siga em direção à Ponte de Rês por um caminho antigo, romano, denominado como “Caminho de Ruivães”, integrado no traçado Via Romana XVII que fazia ligação entre Braga e Chaves. Percorrendo esse trajeto, pontuado por linhas de água e várias estruturas de cariz rural, são visíveis extensos trechos pavimentados com lajeado de tipologia romana. A Ponte de Rês, ou Ponte Velha de Ruivães, liga as margens do Rio Saltadouro. Na 2ª Invasão Francesa, foi defendida por populares e, conjuntamente com o Caminho de Ruivães, obteve a classificação de Conjunto de Interesse Público, em 2020.

Siga em direção ao lugar de Vale, onde encontra a Casa do Corvo, pertencente à família de Domingos Abreu, ilustre vieirense.

O caminho continua em ziguezague até à Albufeira de Salamonde. Aconchegada entre as serras da Cabreira e do Gerês, esta é alimentada pelo Rio Cávado. A descida até às margens deste espelho de água oferece-nos uma paisagem com sublimes vistas panorâmicas.

Fazendo um pequeno desvio, chega-se à nova Ponte do Saltadouro. A antiga e original Ponte do Saltadouro encontra-se submersa, fruto da subida do nível das águas, resultante da construção da Albufeira de Salamonde. Na noite de 15 para 16 de maio de 1809 travou-se, neste local, uma batalha entre o exército francês e populares portugueses.

Retomando o trilho, percorre-se a margem esquerda da Albufeira de Salamonde e um antigo caminho rural que serpenteia por entre as sombras do arvoredo e desemboca no lugar de Frades.

Já em Frades, siga até à Ponte da Misarela, popularmente conhecida como “Ponte do Diabo”. Edificado na Idade Media, sobre o leito do rio Rabagão e no fundo de um desfiladeiro, mas em completa sintonia com a natureza envolvente, este monumento está ligado a várias crenças pagãs e lendas centenárias que têm sobrevivido à passagem do tempo.

Para além do postal turístico aqui apresentado, devemos relembrar que a Ponte da Misarela foi testemunho de um marco importante da História de Portugal, pois foi neste local que se deu um combate sangrento entre o exército de Napoleão e as tropas luso-britânicas na 2ª Invasão Francesa.

PR9 VRM - Nascente do Rio Ave

Em atualização

PR10 VRM - Os Carvalhos do Ermal

Em atualização